Registros de explosões de caixas eletrônicos no interior de Minas, inclusive na região de Itabira, levaram a Polícia Militar Ambiental a intensificar a fiscalização em empresas que trabalham com explosivos. E os policiais têm encontrado irregularidades, de acordo com o comandante do 26º Batalhão da PM, tenente-coronel Edvânio Rosa Carneiro. Algumas companhias não estão sendo prudentes ao armazenar os produtos
O último atentado a um terminal de autoatendimento bancário aconteceu nessa terça-feira, 21 de agosto, durante a madrugada, dentro do prédio da Funcesi em Itabira. Em uma ação rápida, no mesmo dia dois dos três suspeitos foram presos pelas polícias Militar e Civil; o outro já foi identificado, para quem o delegado vai pedir mandado de prisão na Justiça.

"As polícias estão atuantes, atentas e não deixarão ‘passar batido’, usando a linguagem popular", disse o comandante. "Os bandidos imaginavam uma situação muito fácil de levar o dinheiro, mas ‘caíram do cavalo’", ressaltou, se referindo ao crime na Funcesi. A Polícia Militar vai atuar intensivamente na prevenção, mas também está preparada para dar uma resposta rápida, caso outros ataques venham a ocorrer, segundo o comandante.

Comandante do 26º Batalhão, tenente-coronel Edvânio Carneiro: a polícia não vai deixar "passar batido" Dinamites furtadas
Também em Itabira, a PM registrou um furto de 25 quilos de dinamites, além de outros artefatos, de uma empresa que trabalha com explosivos. Não se sabe ainda a data do crime e como o material foi subtraído. "Ninguém compra explosivo como se estivesse comprando produto alimentício. Tem de ter controle e fiscalização", comentou o comandante. Segundo ele, o Exército fez uma parceria com a Polícia Militar e as visitações e fiscalizações vão continuar.